Primeiras Impressões - Crysis

Agosto 10, 2008

- Pedro Ivo?
- Eu mesmo.
- Tô com uns jogos novos!
- Quais?
- Crysis e…

Antes do meu amigo perceber que eu não estava mais ao telefone, eu já estava batendo na porta da casa dele, tamanha era minha vontade de jogar Crysis. Iniciei logo um novo jogo, vi o incrível vídeo do começo do jogo e depois vi um tipo de comandante dando ordens a um pequeno grupo de soldados, que provavelmente não passava de uma desculpa para matar qualquer coisa que respirasse que passasse na minha frente. Assim que pousei na ilha (depois de um fracassado vôo de para-quédas), finalmente pude jogar Crysis.

E não me decepcionei. Logo de cara, percebi que dava pra pegar tudo, mas TUDO mesmo, que estiver ao alcance do jogador, de cadernos até pedras. Mas isso não chega nem perto do verdadeiro trunfo do jogo: o exoesqueleto. Aquilo faz um diferencial incrível na jogabilidade, e evitou uma possível sensação de deja-vù em que já tinha jogado Far Cry. Basicamente, o exoesqueleto faz o personagem realizar coisas sobre-humanas, como correr super-rápido, ficar invisível e saltar na altura de uma casa. Essas pequenas coisas fazem toda a diferença. Vejamos um exemplo: várias vezes eu tentava dar uma de Rambo e saia invadindo as bases inimigas do jogo sem nenhuma proteção, o que geralmente me fazia ficar com a energia muito baixa. Então bastava eu utilizar minha super velocidade, recuperar as anergias e sair correndo dali.

E como o jogo se passa numa ilha e não numa base fechada ou estação espacial qualquer, as formas que abordar os inimigos são bem variadas. Você pode ativar a super-força, agarrar um inimigo e arremessá-lo contra outro, por exemplo. Dá também pra chegar invisível perto de um inimigo e acertar-lhe um tiro na testa, sem que ele nem saiba o que o atingiu. Há certas partes onde tem uma casa com alguns inimigos em volta, então você tem que escolher o melhor jeito de dizimá-los: jogando granadas? Pegar um carro e sair dele em movimento, fazendo com que ele chegue até a casa onde se encontram os inimigos para depois meter balar e mandar tudo pelos ares? Ou invadir a casa no melhor estilo Rambo metralhando todos que estiverem dentro (como eu faço)? Essa são só algumas opções, e a graça do jogo é justamente essa gama de possibilidades de se cumprir um mesmo objetivo, estimulando o jogador a ser criativo explorando as possibilidades que o jogo oferece.

O ruim mesmo foi eu não ter jogado tempo suficiente para chegar na parte em que aparecem os alienígenas, mas vou deixar para uma próxima vez.


Análise - Batman: O Cavaleiro das Trevas

Julho 26, 2008

Dia 18 de julho já estava marcado. Era a tão aguardada estréia do novo filme do Batman, que eu aguardava ansiosamente desde que foi anunciado. Para alguns que estavam no cinema, aquela seria só mais um filme de super-herói, como Hulk ou Homem de Ferro. Mas pra mim, o filme tem um significado muito maior: Batman é o meu personagem dos quadrinhos favorito. E eu já sabia que o filme seria bom, mas não tanto a ponto de eu ficar alguns momentos na cadeira do cinema após o término da sessão, apenas pensando na maravilha que tinha acabado de presenciar.

O Cavaleiro das Trevas é a seqüência direta de Begins, e agora Batman já é aceito por boa parte da população, que começa a acreditar em uma Gotham melhor, sem crimes. O problema é que com as ações do Batman, a máfia de Gotham fica comprometida, o que acaba forçando os mafiosos a tomarem medidas drásticas para deter os Morcegão, e é aí que o vilão mais legal de todos os tempos entra na jogada: o Coringa.

Quem viu o final de Batman Begins sabe que o Coringa já de fato “existia”, mas não dá as caras no filme. No começo de O Cavaleiro das Trevas, ele ainda é tido como um “zé-ninguém”, desprezado pelos mafiosos, que só depois percebem que só o Coringa tem alguma chance contra Batman.
O Coringa é mal. O Coringa é louco. Você percebe tudo isso vendo o filme, mesmo sem saber de onde veio tanta loucura. Como o Coringa já estava à solta em Begins, não há nenhuma cena que mostre sua origem, o máximo que ocorre é quando ele inventa duas versões ao longo do filme, e isso acaba nem sendo importante, pois não interfere na trama.

Outro personagem importante na trama também é Harvey Dent, o “Cavaleiro Branco”, eleito promotor público de Gotham, que acredita por uma Gotham melhor e sem violência, só que sendo fiel à lei. O próprio Bruce Wayne passa a acreditar em Harvey, e vê nele uma chance de deixar para trás a vida de Homem-Morcego. Mas, embora Bruce e Harvey lutem pelas mesmos ideais, por uma coisa eles competem: pelo coração de Rachael Dawes. Ela fica divida entre os dois salvadores de Gotham, mas consegue tomar uma escolha.

E, quem acompanha o universo do Batman ou pelo menos conhece o mínimo sobre o personagem, deve saber que Harvey Dent é o cara que acaba virando o Duas Caras. Spoiler? Creio que não, porque o personagem Harvey foi amplamente divulgado durante a campanha do filme, tendo ganho até um blog. Só não digo o que ele faz no filme, porque aí já é falar demais.

Apesar de ter o melhor enredo de um filme baseado em quadrinhos, O Cavaleiro das Trevas também possui excelentes cenas de luta, já que agora Batman ganhou uma nova roupa que permite a ele se movimentar mais livremente (a antiga era bem dura). Portanto, espere cenas de luta bem legais. Mas, além de um uniforme novo, Batman agora usa a já famosa batpod, a moto do herói. Uma bela adição, para o Batman poder dirigir por Gotham sem usar o trambolho que é o bat- tanque. Não estou reclamando, mas aquele tanque não é nada discreto. Apesar da batpod ser menor, ela é quase tão potente quanto o bat-tanque (só pra se ter uma idéia, as rodas dos dois veículos são do mesmo tamanho: dois palmos e meio).

Outra coisa interessante no filme é que ele não abusa de CGs, usadas na grande maioria dos filmes de super-heróis. Eu adoro CGs, mas acho que incrível que um dos melhores filmes do ano quase não use este artifício, esse é só mais um dos motivos pelos quais adorei este filme. As únicas CGs que vi no filme foram o rosto do Duas Caras e uma cena rápida com a batpod. O resto, tudo em tempo real.

Esse novo Batman certamente é até agora o melhor filme de ação do ano, e deveria ser um padrão na hora de se fazer um filme baseado em super-heróis. Se você ainda não viu, vá agora para o cinema! :P


Chrono Trigger FINALMENTE no DS

Julho 2, 2008

Ontem, lá estava eu navegando rapidamente pela internet quando fui olhar a comunidade da EGM no Orkut, e lá tinha um post falando que a Square havia anunciado um remake de Chrono Trigger. Acabou que eu nem dei muita bola e foi durmir, só acordando ao meio dia de hoje (é, eu durmo demais). Como todos os dias, fui checar meus feeds tranquilamente. Imaginem a minha surpresa quando vi que todos os feeds comentavam sobre o Chrono Trigger DS!!! O que mais eu posso dizer, agora que a notícia já se espalhou mundo afora? Expor minha opnião, é claro.

Joguei Chrono Trigger pela primeira vez no ano passado, no mês de julho. Eu já tinha lido em revista e sites sobre como o jogo era fantástico e incrível, então resolvi dar uma olhada. Mesmo tendo adorado o jogo, até hoje eu não consegui terminá-lo. Se bem que, com esse anúncio, minha vontade de jogar voltou. :P

Eu não faço parte da geração que jogou Chrono Trigger no lançamento (em 1995), mas esperava um remake desde que comecei a jogar. Eu até fui procurar saber se existia algum remake do game para GBA, afinal a Square fez remakes de alguns Final Fantasys para ele. Mas tudo que eu consegui foi saber que existe uma ”pseudo-sequencia” lançada para PS1 chamada Chrono Cross. Agora, o DS está em primeiro lugar na minha lista de compras.

Aviso para a Square Enix: o jogo TEM QUE TER músicas orquestradas e cenas em CG, ouviu Square?


OverLine com feed novo

Junho 26, 2008

Inspirado pelo Prandoni, também acabei resolvendo colocar um novo feed no blog, o do FeedBurner, que é o melhor, diga-se de passagem. Para vocês, leitores, pouca coisa muda, mas muda muito (e para melhor) para mim. Então, que já assinava o feed antigo, peço que troque pelo novo. Quem não assinava o antigo, peço que então assine o novo! :)

Para ver (e assinar) o novo feed, é só clicar aqui ou lá no link no topo da sidebar. Agradeço ao Prandoni e ao Rodrigo, sem eles eu não teria conseguido.


Análise - O Incrível Hulk

Junho 15, 2008

Finalmente Hulk retorna aos cinemas, mas dessa vez sob forte pressão, pois o diretor Louis Leterrier teve a difícil tarefa de superar, de todas as formas, o fraco filme anterior baseado no Verdão da Marvel. Teria ele conseguido cumprir os objetivos e superado as expectativas? Com toda certeza.

O Incrível Hulk não é um recomeço para o personagem, mas também não é uma seqüência direta do anterior. Logo no começo, o espectador é apresentado a tudo o que precisa saber. É logo depois dessa sena introdutória que o filme começa de verdade.

Bruce Banner agora é um fugitivo do Governo dos Estados Unidos, que quer usa-lo para realizar experiências. Banner não quer que isso aconteça, pois só ele sabe o poder da criatura que está dentro dele. Ele não foge apenas para salvar a si mesmo: o faz também para salvar todos à sua volta. Já que é um fugitivo, Banner vive escondido. No começo do filme, ele está na favela da Rocinha e trabalha numa fábrica de refrigerantes. Mas um pequeno acidente acaba por denunciar sua localização, e estão tem início uma caça à Banner: vários homens armados, comandados pelo General Ross, invadem a favela numa perseguição incessante por Bruce, que culmina em sua transformação no Gigante Esmeralda.

E ver Hulk em ação é fantástico. É tudo muito realista, com tudo o que a computação gráfica pode oferecer. Dá pra notar que, quando se transforma, os músculos de Hulk chegam ao limite máximo, dá a impressão de que vão se romper a qualquer momento. Mas os belos efeitos especiais não ficam só reservados á Hulk. O vilão do filme, Abominável, também é extremamente detalhado e apresenta um desafio real ao herói, dá pra sentir o desafio que Hulk tem ao enfrentar o vilão.

Mas claro, o filme não é só ação o tempo inteiro. Também tem a busca de Bruce pela cura, que, pra variar, não encontra, e a difícil relação dele com Betty Ross. Por falar nela, neste filme ela não fica apenas como uma espectadora vendo tudo acontecer ao longe. Ela literalmente vai pra briga, arriscando sua vida várias vezes (mas claro, acaba sendo salva por Hulk). A relação entre eles ainda não foi totalmente resolvida mas com certeza será explorada numa futura continuação.

Quem viu o filme e acompanha o universo da Marvel, percebeu como o filme traz várias referências a esse universo. Por exemplo: na conversa do General Ross com Emil Blonsky ( o cara que vira o Abominável), ele cita o projeto do supersoldado realizado durante a Segunda Guerra Mundial, uma clara citação ao Capitão América, que infelizmente não dá as caras no filme, como o diretor Louis Leterrier havia prometido. Bom, pelo menos a tão comentada cena com Tony Stark está lá, e me deixou bastante empolgado. Quem ficou no cinema até o fim dos créditos em Homem de Ferro sabe que Nick Fury fala com Stark sobre a Iniciativa dos Vingadores. Agora, em O Incrível Hulk, Stark diz que “nós estamos nos reunindo”. Pode ser que o filme dos Vingadores esteja mais próximo do que imaginamos.

Mais uma vez, a Marvel prova que é sim capaz de fazer seus próprios filmes, e o resultado final foi tão bom quanto Homem de Ferro. Até agora, nada foi confirmado sobre uma continuação, mas segundo fortes boatos, Tony Stark estaria querendo levar Hulk para longe deste planeta, assim como aconteceu nos quadrinhos. Será?

[Desculpem pela demora em postar a análise. O problema foi meu PC. Preciso manda-lo ao conserto o mais rápido possível =D]


Desorganizando para organizar

Junho 13, 2008

[Mudança de planos: o filme que vou ver hoje será Hulk, e não mais Indiana Jones]

Um mês e dois dias. Esse foi o tempo que eu passei sem escrever nada aqui no blog. E, covenhamos, foi um intervalo de tempo grande. Mas, quem visitou o blog esses dias percebeu algumas mudanças: mudei o tema do blog, e fiz algumas pequenas modificações no menu do lado direito. E com as férias de julho se aproximando, nada melhor do que retomar as rédias do meu blog.

Nessa retomada do blog, resolvi adicionar uma coisa que queria fazer faz tempo, mas só agora resolvi colocar em prática: análises de filmes. Pode não ser algo comum em blogs de games, mas decidi fazer porque, além de adorar games, também adoro o fantástico mundo de Bob dos filmes. E pra começar, nesse sábado assistirei o novo filme de Indiana Jones, e dependendo do resultado da análise, farei outras. Mas também quero deixar claro que o foco do blog ainda são os games.

Em pleno 2008, com as pessoas comprando seus PS3, eu acabo de ganhar meu PS2. Isso aí, você não leu errado: PlayStation 2. E finalmente estou podendo jogar Shadow of the Colossus no conforto do lar. O jogo é incrível.

E para quem não tiver paciência para ficar visitando o blog para ver se tem algum post novo, aconselho que assine o feed do blog. Por enquanto é isso. Sábado tem mais.


GTA IV na TV!

Maio 11, 2008

Todos os gamers do mundo sabem que o aguardadíssimo GTA IV foi finalmente lançado dia 29 e nem vale a pena dizer que ele tirou nota máxima no IGN, no GameTrailers e em mais uma porrada de sites porque todo mundo já disse isso. Então porque eu falei isso se todo mundo já sabia? Vai que algum desavisado ainda não tenha visto…

O fato é que eu estava tomando meu café da manhã numa quarta-feira monótona (véspera de feriado) enquanto meu pai via o Jornal do SBT Manhã. Até aí, nada de errado. Foi quando ele gritou pelo meu nome que eu saí correndo para a sala ver o que era. Para minha surpresa, era GTA IV, na TV!

Eu nunca que iria esperar isso, muito menos de manhã. Logo no começo da matéria, fiquei imaginando que eles iriam falar mau do jogo. Para minha felicidade, não foi isso que aconteceu.

Eu já sabia que GTA IV estava atraindo atenção na mídia especializada, e inclusive apareceu no New York Times, mas isso já está virando rotina na terra do Tio Sam. Mas… No Brasil? Numa terra onde os games são proibidos à torto e à direito? Num terra onde os games só aparecem na TV quando são proibidos? Pois é, veja as coisas como são.

Não apenas falando em GTA IV, a matéria também citou Halo 3, e fez uma comparação dizendo que GTA poderia superar Halo em vendas.

E para felicidade geral dos gamers, não colocaram nenhum comentário idiota de algum nerd viciado.
E para a infelicidade, não achei nenhum vídeo da matéria em lugar nenhum.


Um jogo alegre, até demais

Abril 27, 2008

Finalmente, depois de dias quebrando a cabeça e procurando um jogo, hoje é o dia da inauguração da categoria “Bizarro” aqui no OverLine! Como o próprio nome indica, a categoria será só sobre coisas e games bizarros. E, para inaugura-la, escolhi o jogo Fantasy Zone, do Master System.

A bizarrice já começa pela capa do jogo. Caso você não tenha percebido, está escrito em letras bem grandes os seguintes dizeres: The Mega Cartridge. Que o jogo tem 1MB. Incrível, não? E na época (anos 80) isso era mesmo. Consigo até imaginar as criancinhas desesperadas querendo comprar o “jogo de nave de 1MB”.

E então, o jogo começa. Nada de muito anormal: o nome do jogo e um fundo verde(?). Aí, quando o jogo começa, você se vê no controle de uma nave amarela que mata, liquida, trucida, esmaga criaturas inocentes e alegres que vagam pelo mundo do jogo. Já mencionei o nome da nave? Opa-Opa. Isso mesmo. Santa criatividade, Sega!

O jogo é extremamente infantil. Nem Sonic (da própria Sega) é tão infantil assim. Em Sonic, quando o personagem morre, toca uma musiquinha de “perdeu, cara”, e Sonic vira para a tela com cara de assustado e afunda no cenário. E em outros jogos de nave? O que acontece quando a nave está prestes a “morrer” (naves morrem?)? Ela explode, lógico. Explode e milagrosamente volta. Mas não em Fantasy Zone. Aqui, quando a singela nave “morre”, ela vira purpurina.¬¬’

E, também indo ao inverso de todos os jogos de nave, em Fantasy Zone os inimigos não estão nem aí para Opa-Opa. Simplesmente vagam pelo cenário até que a nave encoste nele e exploda.

Outra tosquice do jogo é sua trilha sonora. Parece que tem alguém assobiando rouco (isso existe?) e só deixa o jogo mais alegre e mais feliz. A Sega simplesmente exagerou na doze de “boniteza” presente no jogo.

Mais bizarro do que tudo que foi dito até agora, é que o jogo vendeu bem. Tão bem que teve uma seqüência e um jogo chamado Fantasy Zone: The Maze, que nada mais é do que uma cópia tosca e barata de Pac-Man. Se quiser, jogue, mais é por sua própria conta e risco.


Sonic Unleashed será um bom jogo?

Abril 14, 2008

Sei que alguns vão querer me matar só por ter feito esta pergunta. Afinal, Sonic Unleashed é tido como o jogo que salvará a franquia do buraco (que já está bem fundo, aliás). A expectativa aumentou ainda mais depois das imagens liberadas e do trailer divulgado (que você confere clicando aqui).

O trailer é incrível, tenho que admitir. Mostra Sonic correndo por vastos cenários coloridos e cheios de vida. Eu, que sou fã do Sonic desde que comecei a jogar games, vi que a má qualidade dos games recentes dele já estava incomodando. E é justamente por causa desses games de qualidade duvidosa da série que eu desconfio de Sonic Unleashed.

Você lembra de Sonic The Hedghog? Não o de Mega Drive, mas sim aquele lançado no fim de 2006 para X360 de PS3 que de tão ruim e sem criatividade nem subtítulo ganhou. Um jogo que além de reunir praticamente todos os personagens mais bizarros da série (como uma “morcega” que parece um gato), também colocava humanos no meio da história. Decepção total.

Um dos pontos positivos de Sonic Unleashed é que ele justamente não faz a besteira do jogo falado no parágrafo anterior. Ele é um retorno às origens. História simples como num jogo de Mario. Eu não sou muito à favor das histórias simples, mas no caso de Mario e Sonic eu abro uma exceção. Mas o jogo não é só um retorno às origens no quesito história. Os únicos personagens jogáveis serão Sonic, Tails e Knucles (isso não foi confirmado pela Sega). E pelo vídeo liberado, só será possível controlar um personagem por vez, nada daquele sistema de troca de personagens de Sonic Heroes que mais atrapalhava do que ajudava.

E ainda não mencionei isso, e acho que nem precisa, mas de qualquer forma: o jogo terá jogabilidade 2D, o que é uma ótima notícia. Mas isso me faz voltar na questão dos personagens jogáveis. Nos tempos do Mega Drive, quando foi lançado Sonic The Hedgehod 2, Sonic ganhou um parceiro, “um tal de” Tails. O bicho só fazia pegar alguns anéis para o jogador. De resto, só corria atrás de você e caía de buracos. O acréscimo dele no jogo não mudou muito coisa, mas foi uma adição bem legal. Já em Sonic Heroes, os personagens adicionais só causavam constrangimento (como já mencionado lá em cima). Haviam momentos em que Sonic estava correndo por uma imensa pista em alta velocidade, quando de repente aparecia uma pedra no caminho e forçava o jogador a trocar de personagem.

Seria legal que a troca de personagens no jogo acontecesse da seguinte forma: um personagem por estágio. Claro que não precisaria manter esta seqüência até o final, podendo variar. Dessa forma, cada estágio aproveitaria melhor as habilidades de cada personagem.

Se o Sonic Team realmente se empenhar, este Sonic será realmente o jogo que salvará a fraquia, e não mais um jogo deprimente de fazer até o próprio Sonic ficar com medo.


O exagero gráfico de Crysis

Março 28, 2008

Qualquer gamer, de PC ou não, já ouviu falar de Crysis, o jogo da Crytek que prometia ser assustadoramente realista. Os PCzistas logo ficaram loucos, fazendo upgrades em suas máquinas para aguentar o tranco. Até que o jogo foi lançado no fim do ano passado, e acabou não vendendo bem, mas o que eu queria mesmo era jogá-lo, pra ver um jogo desses com meus próprios olhos. Pena que este sonho está longe: meu PC com 512 de RAM nunca rodará tal jogo. :..(

Já que não posso jogar, o que me resta é ver os vídeos no YouTube. E não é que são vários? Vamos a este que eu encontrei por acaso.

Neste vídeo, algum louco com um PC super potente fica brincando com a física do jogo. Eu, só de ver o reflexo do Sol nos barris explosivos já fiquei de boca aberta. Mas o que ocorre logo em seguida fez meu queixo cair no chão: o cara simplismente derrubou todos os 500 barris que estavam empilhados ladeira abaixo, sem nenhum slowdown, sem nenhuma trava sequer. E depois ainda explode tudo.

Nesse outro vídeo (acho que feito pelo mesmo cara), são utilizados 3000 barris. É muito barril. E continua a mesma coisa: sem nenhuma trava nem nada. E o cara do vídeo ainda brinca, montando coisas com os 3000 barris, como uma casa e cadeiras. Quando ele faz as cadeiras gigantes com os barris e os derruba (fazendo eles caírem na água), o efeito é soberbo, os barris afundando e logo em seguida voltando à superfície. A água então, nem se fala.

QUERO JOGAR CRYSIS!!!