Análise – Transformers: A Vingança dos Derrotados

Julho 1, 2009

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O primeiro Transformers foi uma grande surpresa para mim. Fui ver o filme no cinema sem nenhuma pretensão ( nunca gostei do universo Transformers), apenas esperando ver um filme mediano. Me enganei profundamente: Transformers acabou sendo a maior surpresa de 2007 para mim. Quando A Vingança dos Derrotados foi anunciado, fiquei com as expectativas bem altas, por causa do primeiro filme. Mas como diz o ditado, “nunca vá com muita sede ao pote…”

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Transformers: A Vingança dos Derrotados começa meio estranho, com uns Transformers interagindo com homens das cavernas, mas logo após vem a melhor parte do filme: uma sequencia de ação ininterrupta, mostrando a caça dos Autobots pelos Deceptcons restantes. E essa cena é incrível; na sala do cinema, pensei: “se o filme inteiro for assim, será ótimo”. Pena que me enganei. Depois dessa fantástica cena (a melhor cena de ação do ano até agora) o filme perde a força, mostrando os conflitos adolescentes de Sam, que tem que lidar com a namorada, a faculdade e tentações. E isso quebra totalmente o clima do filme, e eu fiquei lá, esperando alguma cena que fosse igual àquela que eu mencionei.

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Vi vários comentários na internet dizendo que o roteiro do filme é só uma desculpa para os robôs lutarem, e isso é verdade. O problema é que esqueceram de dizer isso para Michael Bay, o diretor do filme, que perde tempo demais desenvolvendo as sub-tramas e parece esquecer da ação em alguns momentos. E se é para ter um roteiro, que façam direito, porque o filme tem um roteiro triste de tão ruim: coloca personagens demais (alguns até inúteis) e algumas cenas que deveriam ser dramáticas acabam não sendo, porque dá pra saber exatamente o que irá acontecer.

Outro problema do filme é a duração: duas horas e meia para um filme de pancadaria entre robôs é muito tempo, e acaba cansando. E não tem nenhuma cena de ação durante o filme inteiro que seja tão boa quanto a primeira, então, se um filme de AÇÃO só tem UMA boa cena de ação durante DUAS HORAS E MEIA, ele não cumpre o seu papel. O que salva mesmo o filme são os efeitos especiais, impecáveis, como de costume. Mas apenas isso não basta para fazer um bom filme.


O tempo nos jogos

Março 22, 2009

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Sempre adorei jogos que envolvem controle do tempo de alguma forma. Não sei porquê, mas sempre achei fantástica a possibilidade de voltar/avançar no tempo para refazer eventos passados/futuros.

O primeiro game que joguei usando o tempo como um dos temas principais foi Prince of Persia: Warrior Within. Concordo que ele não é o melhor da trilogia Sands of Time, mas o que me impressionou foi que havia a possibilidade de voltar MUITOS anos no tempo, para poder passar de algum obstáculo ou resolver algum enigma no castelo onde o jogo se passa. Eu era muito novo na época e não sabia se existiam outros jogos com o mesmo conceito, e hoje Warrior Within nem me impressiona mais, porque acabei descobrindo outros jogos com “controle temporal”.

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Na verdade, antes de conhecer Warrior Within, conheci outro game que envolvia controle temporal, o The Legendo f Zelda: Majora’s Mask. Se hoje eu pudesse me ver jogando Majora’s Mask pela primeira vez, com certeza eu iria rir muito. Eu, um garoto de 11 anos, sem muito o que fazer, resolvo baixar o tal jogo para jogar no emulador de Nintendo 64. Imaginem minha decepção quando o jogo começa e Link não está na forma “élfica”! E o pior era que eu não entendia nada de inglês, o que tornava tudo pior, até que aquela Lua horrenda chega e acaba com o vilarejo. ¬¬’’

Mas atualmente eu respeito muito o Majora’s Mask. Com a Ocarina, Link volta no tempo, deixa-o mais devagar e por aí vai. Só não entendi por que o jogo se chama The Legendo of Zelda se a tal Zelda nem aparece. Mas tudo bem. :P

Os dois jogos citados acima são muito bons, mas não chegam nem perto da maestria com a qual o tema “tempo” foi utilizado neste jogo: Chrono Trigger.

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É sério. Ao contrário de Warrior Within e Majora’s Mask, em Chrono Trigger não dá pra adivinhar de que forma o roteiro se desenrolará. E olha que ele começa de forma bem simples: Chrono, um garoto que vive com a mãe e seu gato, acorda numa manhã ensolarada para ir a um festival que está acontecendo na cidade. E é exatamente lá, neste festival, que a complexa trama começa seu desenvolvimento.

O que mais impressiona em Chrono Trigger não são seus gráficos ou seu sistema de batalha. É o roteiro, que apesar de não parecer no começo, vai ficando cada vez mais interessante de acompanhar, com reviravoltas e coisas que você nem imaginava que estavam relacionadas diretamente à história principal. E jogo ainda tem 14 finais diferentes para aumentar e muito o replay. Foi recentemente lançada uma versão para DS do jogo, sobre a qual não sei muito a respeito, mas não importa. O que importa é que a Square tem que por a mão na massa e fazer outra sequencia do jogo e acho que não vai demorar muito. E vocês, o que acham?


Assuntos sapientes

Janeiro 27, 2009

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Acho que poucos notaram, mas o OverLine completará 1 ano de vida sexta-feira, dia 30! Claro, devo ser o único que se importa com isso, mas o triste é que eu não vou ter um PC por perto para escrever algo útil nesse dia. Então, considerem este post como sendo um ”post de aniversário” (não que eu vá fazer um desses todo ano, mas tudo bem).

No começo, o blog era apenas sobre games, depois comecei também a falar sobre filmes e… bem, digamos que o ”leque” aumentou mais um pouco.

Acontece que eu resolvi comentar no blog também sobre mangás, animes e HQ’s! Andei pensando e percebi que isso será ótimo, porque assim poderei comentar outros assuntos, como a graphic novel Watchmen (que é ótima) e o lançamento do mangá de Kingdom Heats no Brasil, entre outras coisas. Mas quero deixar claro que o assunto principal do blog ainda será games.

Agora quero saber a opinião de vocês, leitores, afinal o blog é feito pra vocês, certo? O que acharam desse ”aumento de leque”?


Primeiras Impressões – Call of Duty: World at War

Janeiro 20, 2009

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World at War me pegou de surpresa, porque eu estava esperando por um Call of Duty 5. Mesmo antes de jogar, já olhava torto para o jogo, encarando ele como um retrocesso, por não continuar a história de Modern Warfare.

Mas foi só começar a jogar para mudar depressa a minha opinião. A promessa de que esse seria o Call of Duty mais violento de todos foi cumprida com maestria, pois logo no começo você vê um soldado sendo torturado com direito à cigarro enfiado no olho e tudo o mais.

O que mais impressiona em CoD: World at War é a imersão; você se sente dentro da guerra, num nível de imersão que supera todos os outros jogos baseado na Segunda Guerra Mundial. Os diálogos desesperados durante o tiroteio sem fim são estremamente convincentes, fazendo com que você pense que está lá, vivendo o momento.

Quando se pensa que não dá mais pra inovar em games de 2ª Guerra, chega World at War e prova o contrário. A inclusão do lança-chamas realmente fez toda a diferença, e a animação dos seus inimigos sendo queimados ficou muito realista, e depois você ainda pode ver o ”assado” com a roupa queimada e as queimaduras na pele.

Eu só queria ter jogado mais um pouco para ver quais são as outras surpresas desse novo Call of Duty, como o modo dos zumbis nazistas, mas não foi possível. Bom, mas sempre há uma outra chance, não é mesmo?


Lá vou eu de novo…

Janeiro 20, 2009

É meio chato escrever um post sobre a minha ausência no blog, mas é necessário, porque vocês vocês podem pensar que abandonei o blog de uma hora para outra.

A verdade é que uma série de fatores me impede de postar. Vou citar os dois mais importantes:

Estudos: sem dúvida, esse é o maior empecilho. E o pior é que, em pleno janeiro, eu não estou de férias e estou tendo que me preparar para a última prova, na quinta feira.

Meu PC da idade das pedras: meu computador quebrou de novo. E dessa vez não foi tão simples: TRÊS peças quebraram, incluindo a placa-mãe. Com isso, eu também fico desatualizado do mundo gamer, e o Google Reader já conta mais de 1000 feeds não lidos. E não estou vendo luz no fim do túnel.

Estou numa Lan House escrevendo este post. Ainda me resta meia hora, tempo que vou utilizar para escrever um ”Primeiras Impressões” para vocês. Aguardem e confiem!


Primeiras Impressões – Mercenaries 2

Novembro 9, 2008

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Mercenaries 2: World in Flames foi um jogo que atraiu muita atenção, não só da mídia especializada, por se passar na Venezuela. Acredito que o jogo se passa lá só por uma questão de marketing, para gerar mais publicidade para o jogo. Então, curioso para saber se tanta confusão valeu mesmo a pena, testei o jogo.

No começo, é possível escolher entre 3 personagens diferentes, então escolhi o que ilustra este post, mas acho que não são grandes as diferenças entre eles. Enquanto passava o vídeo introdutório, conversava meu amigo que tinha comprado o jogo. Perguntei se ele tinha jogado muito, e ele disse: “não consegui nem sair do barco”. Achei a resposta estranha, mas então o vídeo havia acabado e eu já estava jogando.

Como meu amigo disse, o jogo começa do o personagem num barco, e você tem que levá-lo até a praia. Assim que chego lá, o jogo diz para eu sair do barco. O problema é que o jogo não diz qual botão apertar para sair do barco. Então eu finalmente entendi porque meu amigo não tinha nem conseguido jogar direito. Eu tentei os óbvios ”f” e ”enter”, mas o careca não queria sair do barco. A solução foi então sair apertando todos os botões até conseguir. Finalmente, apertei ”e” e o cara saiu. iria começar a jogar de verdade.

Aparece o objetivo na tela: ”mate os três inimigos”. Que tipo de jogo DE TIRO te manda matar três inimigos? Enfim, assim que dei o primeiro tiro, percebi uma coisa que me irritou pra caramba: as balas são incrívelmente lentas. Quando um inimigo atirou na minha direção, foi muito fácil andar para o lado e desviar. Outra coisa que também me irritou foi a mira do personagem. Por mais que você mire na cabeça do inimigo, o tiro vai para os lados, forçando o jogador a atirar no corpo para causar algum dano. Tudo bem que um jogo de tiro não precisa ser tão exato quanto um jogo de luta, mas esse é um problema bem chato.

Lembra que lá em cima eu disse que o jogo te diz pra fazer uma coisa, mas não diz como fazer isso? Essa situação se repete. Há uma parte no game onde eu preciso explodir um grande portão para continuar a missão, mas para isso é necessário chamar apoio aéreo. Novamente, o jogo só diz para chamar o apoio aéreo, então eu tive que sair feito uma barata tonta procurando a tecla certa.

Só joguei o primeiro estágio, mas já deu pra perceber que o jogo sofre de falta de polimento, uma prova clara que que ele foi lançado às pressas. Uma pena, já que o jogo prometia tanto. Pretendo agora pegar o primeiro Mercenaries pra ver se pelos menos esse é melhor.


Meme – Que cosplay de personagem de games você vestiria para uma festa/evento?

Novembro 3, 2008

Mais um meme do Rodrigo Flausino, com um tema bem interessante: cosplays. Acho incrível o esforço que as pessoas fazem para ficarem parecidas com os personagens que gostam. Confesso que tenho vontade de fazer cosplay, e um personagem que eu gostaria de fazer é o Tarma, de Metal Slug.

Além de ser um personagem que eu gosto muito, não deve ser complicado conseguir roupas iguais às dele. Para continuar o meme, chamo o Pablo Raphael e o pessoal do WarpZona.
Nota: caramba, esse já é o terceiro meme seguido!


Meme: Conte um fato marcante de sua história gamer!

Outubro 19, 2008

Hoje em dia, os jogos do Sonic não são lá grande coisa, mas na época do Mega Drive, ele era o rei! Adorava jogar os jogos dele, mas nunca havia terminado nenhum. O motivo? O maldito estágio da água.

Quando conheci o veloz ouriço, eu ainda não possuía um Mega Drive, o que me obrigava a jogar na casa de primos. Só fui ganhar meu Mega anos mais tarde, mas quando isso aconteceu, comecei a jogar Sonic (o primeirão) loucamente em casa. O tempo foi passando e eu nunca conseguia zerar o jogo por causa do estágio da água. É sério: o que os level designers da Sega tinham na cabeça quando criaram aquilo?

Acabei abandonando meu Mega Drive, deixando para ele apenas um espaço apertado no meu armário. Até que no ano passado, num sábado monótono, tomei vergonha na cara e coloquei o velho console da Sega na sala, com o intuito de terminar Sonic de uma tacada só. Foram várias, VÁRIAS tentativas, mas após quase uma tarde inteira, consegui fazer o que em muitos anos não havia conseguido: terminar Sonic the Hedgehog!

Achei bela aquela animação do final, Sonic correndo e um monte de bichos pulando pelo Green Hill (acho que é esse o nome)… Tá, não é o final mais empolgante do mundo, mas só por eu ter finalmente terminado Sonic, achei que aquele fosse o melhor final do mundo (naquele momento).

Quem criou o meme foi o Rodrigo Flausino, e para continuá-lo, convido o Pablo Raphael e o Leandro Rizzardi.


Meme – Os jogos que já joguei

Setembro 22, 2008


ATUALIZADO: alguém sabe porque a barrinha do GamingSocial não quer aparecer?
ATUALIZADO [2]: O Rodrigo me deu a solução: o WordPress padrão não permite que eu coloque coisas tipo o GamingSocial aqui. Pra quem quiser ver o meu, basta ir no meu perfil do Orkut clicando aqui.

Pra mim, o Orkut só servia pra discutir sobre games em comunidades e, ocasionalmente, mandar um recado para algum amigo. Nunca passo mais de meia hora por dia no Orkut. Mas essa semana, quando o Rodrigo me convidou para participar desse meme, passei um tempão no Orkut, ”brincando” com o GamingSocial, um app do site onde você adiciona vários games que você já jogou, está jogando, quer jogar ou não está interessado. Aí está o meu:

Sem dúvida, uma alternativa muito interessante pra quem procura algo mais pra fazer no Orkut. Para continuar o meme, convido o Pablo Raphael.


Meus indicados ao Blog Day

Setembro 2, 2008

Blog Day 2008

Eu sei que sou um cara atrasado e desatento, mas nunca pensei que fosse tanto: deixei passar o Blog Day! Pra quem não conhece, o Blog Day foi ontem, e o objetivo era que cada blog postasse outros cinco blogs para indicar aos leitores, de preferência novos blogs, pouco conhecidos. Só tomei conhecimento do fato quando vi que eu tinha sido indicado pelo WarpZona! Agradeço muito ao Ryunoken pela indicação, eu realmente não esperava.

Agora vamos aos meus 5 indicados, que eu acho que a maioria por aqui já conhece:

WarpZona!: Claro que eu não poderia deixar de fora o blog que me indicou, sem contar que ele tem vários posts que eu adoro ler (principalmente aqueles dos “velhos bons tempos”).

No Controle: Acreditem, esse foi o primeiro blog que eu conheci. Infelizmente está há um tempão sem posts novos, mas aconselho a visita.

Rodrigo Flausino: Descobri o blog do Rodrigo porque ele foi o primeiro cara a comentar no OverLine, e até hoje me pergunto como um cara só consegue postar tanta coisa!

CubaGames: Certo dia eu estava assistindo Debate MTV, e os partipantes estavam debatendo sobre games (acho que era sobre a violência nos jogos). Então eles chamaram um cara para dar a opnião dele ao vivo, falando pela webcam. Quando o cara terminou de falar, disse o nome do blog, que eu logo visitei e gostei. Recomendo para quem gosta de gamedev.

Save Game: Esse eu encontrei na parte de “recomendados do Google Reader”. Li alguns posts, gostei do que vi e agora acompanho o blog. Destaque para o post que o Carlos Merigo postou capas de alguns jogos de Mega Drive, que me fez lembrar dos bons tempos que eu passava tardes inteiras jogando Mega!

Acho que a maioria de vocês já conhecem esses blogs que eu citei, mas o problema é que eu não conheço muitos blogs “desconhecidos”. Quem sabe daqui pra frente eu tome vergonha na cara e procure blogs diferentes para o próximo Blog Day?