
Sempre adorei jogos que envolvem controle do tempo de alguma forma. Não sei porquê, mas sempre achei fantástica a possibilidade de voltar/avançar no tempo para refazer eventos passados/futuros.
O primeiro game que joguei usando o tempo como um dos temas principais foi Prince of Persia: Warrior Within. Concordo que ele não é o melhor da trilogia Sands of Time, mas o que me impressionou foi que havia a possibilidade de voltar MUITOS anos no tempo, para poder passar de algum obstáculo ou resolver algum enigma no castelo onde o jogo se passa. Eu era muito novo na época e não sabia se existiam outros jogos com o mesmo conceito, e hoje Warrior Within nem me impressiona mais, porque acabei descobrindo outros jogos com “controle temporal”.

Na verdade, antes de conhecer Warrior Within, conheci outro game que envolvia controle temporal, o The Legendo f Zelda: Majora’s Mask. Se hoje eu pudesse me ver jogando Majora’s Mask pela primeira vez, com certeza eu iria rir muito. Eu, um garoto de 11 anos, sem muito o que fazer, resolvo baixar o tal jogo para jogar no emulador de Nintendo 64. Imaginem minha decepção quando o jogo começa e Link não está na forma “élfica”! E o pior era que eu não entendia nada de inglês, o que tornava tudo pior, até que aquela Lua horrenda chega e acaba com o vilarejo. ¬¬’’
Mas atualmente eu respeito muito o Majora’s Mask. Com a Ocarina, Link volta no tempo, deixa-o mais devagar e por aí vai. Só não entendi por que o jogo se chama The Legendo of Zelda se a tal Zelda nem aparece. Mas tudo bem.
Os dois jogos citados acima são muito bons, mas não chegam nem perto da maestria com a qual o tema “tempo” foi utilizado neste jogo: Chrono Trigger.

É sério. Ao contrário de Warrior Within e Majora’s Mask, em Chrono Trigger não dá pra adivinhar de que forma o roteiro se desenrolará. E olha que ele começa de forma bem simples: Chrono, um garoto que vive com a mãe e seu gato, acorda numa manhã ensolarada para ir a um festival que está acontecendo na cidade. E é exatamente lá, neste festival, que a complexa trama começa seu desenvolvimento.
O que mais impressiona em Chrono Trigger não são seus gráficos ou seu sistema de batalha. É o roteiro, que apesar de não parecer no começo, vai ficando cada vez mais interessante de acompanhar, com reviravoltas e coisas que você nem imaginava que estavam relacionadas diretamente à história principal. E jogo ainda tem 14 finais diferentes para aumentar e muito o replay. Foi recentemente lançada uma versão para DS do jogo, sobre a qual não sei muito a respeito, mas não importa. O que importa é que a Square tem que por a mão na massa e fazer outra sequencia do jogo e acho que não vai demorar muito. E vocês, o que acham?
Escrito por Pedro Ivo 



Escrito por Pedro Ivo 

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