Joguei Nintendo Wii… mas porque não estou empolgado?

Agosto 22, 2009

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Ontem, pela primeira vez na minha vida, joguei num Nintendo Wii. Para a maioria de vocês isso nem deve ser grande coisa, mas quando vi o Wii lá, fiquei louco para jogar. Bom, deixa eu explicar mais devagar.

Ontem eu fui a um aniversário numa dessas casas de festa infantis. Fui para lá achando que só iria ficar comendo doce até o fim da festa. Mas então, quando eu resolvo dar uma volta pelo local… UM WII! Quando dei por mim, já estava jogando Wii Sports com uma menina que devia ter no máximo uns 5 anos. Mas… sei lá, não achei grande coisa. Não sei se foi pelo fato de ter jogando um dos títulos mais simples do console, ou porque minha adversária tinha 5 anos, mas não vi muita graça naquilo.

Acho que de tanto ler sobre o Wii desde que ele foi anunciado (quando ainda era chamado de Revolution) acabei criando expectativas muito altas em relação ao console. É o clássico caso de hype: eu tive altas expectativas, que acabaram não sendo cumpridas. Realmente uma pena.

Tomara que eu tenha outras chances para jogar Wii, de preferência algo como Smash Bros. ou Mario Galaxy!


Primeiras Impressões – Call of Duty: World at War

Janeiro 20, 2009

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World at War me pegou de surpresa, porque eu estava esperando por um Call of Duty 5. Mesmo antes de jogar, já olhava torto para o jogo, encarando ele como um retrocesso, por não continuar a história de Modern Warfare.

Mas foi só começar a jogar para mudar depressa a minha opinião. A promessa de que esse seria o Call of Duty mais violento de todos foi cumprida com maestria, pois logo no começo você vê um soldado sendo torturado com direito à cigarro enfiado no olho e tudo o mais.

O que mais impressiona em CoD: World at War é a imersão; você se sente dentro da guerra, num nível de imersão que supera todos os outros jogos baseado na Segunda Guerra Mundial. Os diálogos desesperados durante o tiroteio sem fim são estremamente convincentes, fazendo com que você pense que está lá, vivendo o momento.

Quando se pensa que não dá mais pra inovar em games de 2ª Guerra, chega World at War e prova o contrário. A inclusão do lança-chamas realmente fez toda a diferença, e a animação dos seus inimigos sendo queimados ficou muito realista, e depois você ainda pode ver o ”assado” com a roupa queimada e as queimaduras na pele.

Eu só queria ter jogado mais um pouco para ver quais são as outras surpresas desse novo Call of Duty, como o modo dos zumbis nazistas, mas não foi possível. Bom, mas sempre há uma outra chance, não é mesmo?


Primeiras Impressões – Mercenaries 2

Novembro 9, 2008

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Mercenaries 2: World in Flames foi um jogo que atraiu muita atenção, não só da mídia especializada, por se passar na Venezuela. Acredito que o jogo se passa lá só por uma questão de marketing, para gerar mais publicidade para o jogo. Então, curioso para saber se tanta confusão valeu mesmo a pena, testei o jogo.

No começo, é possível escolher entre 3 personagens diferentes, então escolhi o que ilustra este post, mas acho que não são grandes as diferenças entre eles. Enquanto passava o vídeo introdutório, conversava meu amigo que tinha comprado o jogo. Perguntei se ele tinha jogado muito, e ele disse: “não consegui nem sair do barco”. Achei a resposta estranha, mas então o vídeo havia acabado e eu já estava jogando.

Como meu amigo disse, o jogo começa do o personagem num barco, e você tem que levá-lo até a praia. Assim que chego lá, o jogo diz para eu sair do barco. O problema é que o jogo não diz qual botão apertar para sair do barco. Então eu finalmente entendi porque meu amigo não tinha nem conseguido jogar direito. Eu tentei os óbvios ”f” e ”enter”, mas o careca não queria sair do barco. A solução foi então sair apertando todos os botões até conseguir. Finalmente, apertei ”e” e o cara saiu. iria começar a jogar de verdade.

Aparece o objetivo na tela: ”mate os três inimigos”. Que tipo de jogo DE TIRO te manda matar três inimigos? Enfim, assim que dei o primeiro tiro, percebi uma coisa que me irritou pra caramba: as balas são incrívelmente lentas. Quando um inimigo atirou na minha direção, foi muito fácil andar para o lado e desviar. Outra coisa que também me irritou foi a mira do personagem. Por mais que você mire na cabeça do inimigo, o tiro vai para os lados, forçando o jogador a atirar no corpo para causar algum dano. Tudo bem que um jogo de tiro não precisa ser tão exato quanto um jogo de luta, mas esse é um problema bem chato.

Lembra que lá em cima eu disse que o jogo te diz pra fazer uma coisa, mas não diz como fazer isso? Essa situação se repete. Há uma parte no game onde eu preciso explodir um grande portão para continuar a missão, mas para isso é necessário chamar apoio aéreo. Novamente, o jogo só diz para chamar o apoio aéreo, então eu tive que sair feito uma barata tonta procurando a tecla certa.

Só joguei o primeiro estágio, mas já deu pra perceber que o jogo sofre de falta de polimento, uma prova clara que que ele foi lançado às pressas. Uma pena, já que o jogo prometia tanto. Pretendo agora pegar o primeiro Mercenaries pra ver se pelos menos esse é melhor.


Primeiras Impressões – Crysis

Agosto 10, 2008

- Pedro Ivo?
- Eu mesmo.
- Tô com uns jogos novos!
- Quais?
- Crysis e…

Antes do meu amigo perceber que eu não estava mais ao telefone, eu já estava batendo na porta da casa dele, tamanha era minha vontade de jogar Crysis. Iniciei logo um novo jogo, vi o incrível vídeo do começo do jogo e depois vi um tipo de comandante dando ordens a um pequeno grupo de soldados, que provavelmente não passava de uma desculpa para matar qualquer coisa que respirasse que passasse na minha frente. Assim que pousei na ilha (depois de um fracassado vôo de para-quédas), finalmente pude jogar Crysis.

E não me decepcionei. Logo de cara, percebi que dava pra pegar tudo, mas TUDO mesmo, que estiver ao alcance do jogador, de cadernos até pedras. Mas isso não chega nem perto do verdadeiro trunfo do jogo: o exoesqueleto. Aquilo faz um diferencial incrível na jogabilidade, e evitou uma possível sensação de deja-vù em que já tinha jogado Far Cry. Basicamente, o exoesqueleto faz o personagem realizar coisas sobre-humanas, como correr super-rápido, ficar invisível e saltar na altura de uma casa. Essas pequenas coisas fazem toda a diferença. Vejamos um exemplo: várias vezes eu tentava dar uma de Rambo e saia invadindo as bases inimigas do jogo sem nenhuma proteção, o que geralmente me fazia ficar com a energia muito baixa. Então bastava eu utilizar minha super velocidade, recuperar as anergias e sair correndo dali.

E como o jogo se passa numa ilha e não numa base fechada ou estação espacial qualquer, as formas que abordar os inimigos são bem variadas. Você pode ativar a super-força, agarrar um inimigo e arremessá-lo contra outro, por exemplo. Dá também pra chegar invisível perto de um inimigo e acertar-lhe um tiro na testa, sem que ele nem saiba o que o atingiu. Há certas partes onde tem uma casa com alguns inimigos em volta, então você tem que escolher o melhor jeito de dizimá-los: jogando granadas? Pegar um carro e sair dele em movimento, fazendo com que ele chegue até a casa onde se encontram os inimigos para depois meter balar e mandar tudo pelos ares? Ou invadir a casa no melhor estilo Rambo metralhando todos que estiverem dentro (como eu faço)? Essa são só algumas opções, e a graça do jogo é justamente essa gama de possibilidades de se cumprir um mesmo objetivo, estimulando o jogador a ser criativo explorando as possibilidades que o jogo oferece.

O ruim mesmo foi eu não ter jogado tempo suficiente para chegar na parte em que aparecem os alienígenas, mas vou deixar para uma próxima vez.