Meme: Conte um fato marcante de sua história gamer!

Outubro 19, 2008

Hoje em dia, os jogos do Sonic não são lá grande coisa, mas na época do Mega Drive, ele era o rei! Adorava jogar os jogos dele, mas nunca havia terminado nenhum. O motivo? O maldito estágio da água.

Quando conheci o veloz ouriço, eu ainda não possuía um Mega Drive, o que me obrigava a jogar na casa de primos. Só fui ganhar meu Mega anos mais tarde, mas quando isso aconteceu, comecei a jogar Sonic (o primeirão) loucamente em casa. O tempo foi passando e eu nunca conseguia zerar o jogo por causa do estágio da água. É sério: o que os level designers da Sega tinham na cabeça quando criaram aquilo?

Acabei abandonando meu Mega Drive, deixando para ele apenas um espaço apertado no meu armário. Até que no ano passado, num sábado monótono, tomei vergonha na cara e coloquei o velho console da Sega na sala, com o intuito de terminar Sonic de uma tacada só. Foram várias, VÁRIAS tentativas, mas após quase uma tarde inteira, consegui fazer o que em muitos anos não havia conseguido: terminar Sonic the Hedgehog!

Achei bela aquela animação do final, Sonic correndo e um monte de bichos pulando pelo Green Hill (acho que é esse o nome)… Tá, não é o final mais empolgante do mundo, mas só por eu ter finalmente terminado Sonic, achei que aquele fosse o melhor final do mundo (naquele momento).

Quem criou o meme foi o Rodrigo Flausino, e para continuá-lo, convido o Pablo Raphael e o Leandro Rizzardi.


Um jogo alegre, até demais

Abril 27, 2008

Finalmente, depois de dias quebrando a cabeça e procurando um jogo, hoje é o dia da inauguração da categoria “Bizarro” aqui no OverLine! Como o próprio nome indica, a categoria será só sobre coisas e games bizarros. E, para inaugura-la, escolhi o jogo Fantasy Zone, do Master System.

A bizarrice já começa pela capa do jogo. Caso você não tenha percebido, está escrito em letras bem grandes os seguintes dizeres: The Mega Cartridge. Que o jogo tem 1MB. Incrível, não? E na época (anos 80) isso era mesmo. Consigo até imaginar as criancinhas desesperadas querendo comprar o “jogo de nave de 1MB”.

E então, o jogo começa. Nada de muito anormal: o nome do jogo e um fundo verde(?). Aí, quando o jogo começa, você se vê no controle de uma nave amarela que mata, liquida, trucida, esmaga criaturas inocentes e alegres que vagam pelo mundo do jogo. Já mencionei o nome da nave? Opa-Opa. Isso mesmo. Santa criatividade, Sega!

O jogo é extremamente infantil. Nem Sonic (da própria Sega) é tão infantil assim. Em Sonic, quando o personagem morre, toca uma musiquinha de “perdeu, cara”, e Sonic vira para a tela com cara de assustado e afunda no cenário. E em outros jogos de nave? O que acontece quando a nave está prestes a “morrer” (naves morrem?)? Ela explode, lógico. Explode e milagrosamente volta. Mas não em Fantasy Zone. Aqui, quando a singela nave “morre”, ela vira purpurina.¬¬’

E, também indo ao inverso de todos os jogos de nave, em Fantasy Zone os inimigos não estão nem aí para Opa-Opa. Simplesmente vagam pelo cenário até que a nave encoste nele e exploda.

Outra tosquice do jogo é sua trilha sonora. Parece que tem alguém assobiando rouco (isso existe?) e só deixa o jogo mais alegre e mais feliz. A Sega simplesmente exagerou na doze de “boniteza” presente no jogo.

Mais bizarro do que tudo que foi dito até agora, é que o jogo vendeu bem. Tão bem que teve uma seqüência e um jogo chamado Fantasy Zone: The Maze, que nada mais é do que uma cópia tosca e barata de Pac-Man. Se quiser, jogue, mais é por sua própria conta e risco.